Olavo Romano

"Mineiro, quando sonha, vê o mar; acordado, esbarra na montanha."

— MINAS NA VEIA

Morro do Ferro, distrito de Oliveira. Formou-se em Direito. Tem publicados Casos de Minas (Paz e Terra, 1982), Minas e seus casos (Ática, 1984), Dedo de prosa e Prosa de mineiro (Lê, 1986), Os mundos daquele tempo (Atual, 1988), Um presente para sempre (Atual, 1990), Memórias meio misturadas de um jacaré de bom papo (Dimensão, 2002) e Eta mineiro jeito de ser (Leitura, 2007). O conto Como a gente negoceia gerou o curta-metragem Negócio Fechado, premiado no Festival de Gramado de 2001. Participou de publicações especiais, como Belo Horizonte & o Comércio – 100 anos de História (Fundação João Pinheiro, 1997), Mestres Minas Ofícios Gerais (Sebrae, 2000), Iluminando os caminhos de Minas (Cemig, 2005), São Francisco Rio Abaixo (Conceito, 2006) e Retratos de Minas (Conceito, 2007). Participa ativamente de grupos de contadores de história. Com o concertista Roberto Corrêa apresentou o espetáculo Causo, Viola e Cachaça (Sebrae/Ampac). Tem parcerias com diversos músicos mineiros. Na Academia Mineira de Letras ocupa a cadeira 37. É Secretário-Geral da Federação das Academias de Letras e Cultura de Minas Gerais (Falemg).

Oferece: palestras sobre cultura mineira e participação em encontros com o público e espetáculo de causos e viola.

Crédito foto: Ignácio Costa